Era daquele tipo que arrancava muitas risadas e nenhum suspiro. Sempre o mais. Mais engraçado, mais simpático, mais divertido, mais amigo. Aliás, era geralmente o melhor amigo. Dos caras e das meninas afim deles. Era cupido sem querer. Usado e deixado de canto. E foi num desses cantos que a conheceu. Sentada quietinha. Essa era um verdadeiro doce. Sempre a melhor. Melhor em matemática, melhor em passar cola, melhor em ouvir o desabafo das amigas. E também era boa o suficiente para ficar do lado delas, enquanto essas conversavam com seus pretendentes, afim de despistar a mamãe. Estava sempre dando uma força pro cupido. Mas dessa vez, era ele quem precisava de uma ajudinha. E não se sabe quem foi que atirou a flecha, mas os dois descobriram que também tinham seu lugar no mundo. E naquele canto, eles foram felizes para sempre.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
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