segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
A luz de holofotes.
Fui a um jantar cheio de pompa e circunstância. Com muito requinte, requentavam as sobras que se espalhavam pelo buffet. E entre os pratos de carne e peixe, alguém soltou a franga. Ai foi culpa da bebida, pobrezinha, que borbulhava apertada na taça. O discurso demorou até que os copos ficaram vazios, preenchidos pelas risadinhas educadas. Sobrou até pro guardanapo lembrar o telefone da menina. E enquanto todo mundo dançava eu fui dormir, feliz.
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