quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Eu não sei como será meu futuro.

Talvez eu me torne uma grande empresária, ou uma dona de casa, mãe de cinco filhos. Quem sabe não acontece uma guerra e eu encontro a solução para a paz mundial. Eu não sei.

Pode ser que eu perca o medo de dirigir, o medo de escuro, o medo da morte. Posso fazer aulas de teatro, voltar a dançar, aprender mandarim. Talvez eu plante uma árvore, escreva um livro, assobie uma música. Porque não, tropeçar em um bilhete premiado da loteria? Eu realmente não sei.

Há quem diga que eu vou conhecer o mundo, ou comprar uma casa e viajar para a praia nas ferias da crianças. Talvez não haja crianças, nem casa, nem marido. Talvez as férias nunca cheguem. O que eu sei, é sempre haverá sonhos.

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